Esse Blog não tem um perfil formado ainda estou buscando sua identidade, então por enquanto vamos postar de tudo um pouco principalmente do mundo da musica, humor etc..espero que gostem do novo visual. Aquele Abraço
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Sábado, 1 de Dezembro de 2007
Ludov - Lançamento do Primeiro single virtual
Urbana é o primeiro single virtual do Disco Paralelo.
Através do hotsite, você pode fazer download da música, do clipe e de mais alguns souvenirs, como uma música exclusiva para o Single e a versão do clipe prontinha pra jogar no seu iPod.
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Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007
A música nova de Marcelo Camelo
Marcelo Camelo, vocalista e guitarrista do Los Hermanos, tem uma música nova. Ele não lançou oficialmente, ela não pode ser comprada em lojas, mas está na internet.
O vídeo com a faixa "Téo e a Gaivota" foi postada no My Space de Alex Werner, produtor da banda, e mostra muito pouco de Camelo - apenas sua mão dedilhando um violão em um fim de tarde na praia tranqüila. Na verdade não dá nem para saber se é mesmo Camelo ali, mas já que o produtor diz que é, a gente acredita.
A música, instrumental, combina com a paisagem: calminha, calminha...
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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007
A Cantora Céu
Cara confesso que já tinha ouvido falar dela mas nunca havia dado uma chance para ouvir o som desta paulista de 27 anos que vem conquistando o mundo vale a pena curtir vou deixar aqui o release do seu unico disco e uma pequena reportagem feita por Ivan Marques feita para o Folha da Bahia, quendo esteve por lá no ultimo dia 24 Bom curtam Muito bom o som:
Release
O lançamento do Cd "CéU" (2005), marca o início da promissora carreira solo de uma jovem cantora e compositora brasileira de 24 anos: Maria do Céu.
Dotada de seu próprio universo, em um primeiro momento talvez seja difícil definí- la musicalmente, porém ao final da audição tudo se encaixa e se define. A partir daí, será facil reconhecê- la.
A primeira surpresa é sua voz aveludada e encantadora, véu poético na contra- mão dos formatos habituais da música brasileira. Ao mesmo tempo intimista e marcante, sua música passa a tranquilidade contagiante dos primeiros raios de sol depois da tempestade.
Esta jovem compositora e intérprete está no ponto de encontro das músicas urbanas atuais com da tradição afro- brasileira. Um lugar privilegiado, onde o hip hop, o jazz e a música brasileira se encontram, onde as sonoridades eletrônicas se transformam simplesmente em ritmos regionais.
Surpreendente CéU. Personagem discreta, madura, audaciosa, reservada e convicta de seu caminho musical. Esta artista de alma livre revela nas suas primeiras gravações toda a intensidade do seu talento refinado de compositora e intérprete que a levarão com certeza ao sucesso.
A composição "Lenda" ,por exemplo, é uma expressão de delicadeza. A música é reduzida aos seus elementos fundamentais: voz, melodia e o arranjo instrumental minucioso.
Esta "lady" da canção faz o tempo parar. Uma voz divina e um fraseado gracioso que poderia ser comparada às divas do jazz, referência que ela rejeita por excesso de pudor.
Sensivelmente bem servida pela produção complexa e minimalista de Beto Villares, responsável pela roupagem moderna eletroacústica do disco. Beto tratou os elementos com extrema elegância e simplicidade, indo direto ao essencial.
O resultado é um disco limpo, refinado, com equilíbrio perfeito entre a textura eletrônica e as sonoridades tradicionais brasileiras. Percebe-se em cada uma das faixas do álbum as melodias inspiradas, onde o tempo às vezes é dado por uma instrumentação isolada, ou por um “groove” preguiçoso de ritmos programados. As misturas de influências são desconcertantes, o que era de se esperar, sabendo que os nomes de Beto e Céu circulam no underground paulistano como dois dos principais representantes da nova geração de músicos.
Com este primeiro disco, Céu se inscreve definitivamente na linha dos artistas responsáveis pelas novas páginas da história da música brasileira.
Reportagem:
Eu estou muito contente de tocar na Bahia, terra de alguns dos meu maiores ídolos, como Caymmi e João Gilberto. Está todo mundo da banda empolgado”, confessa a doce Céu por telefone, ao Folha. “Queria fazer o mesmo show que faço no Brasil e no exterior para os baianos, sem tocar com mais ninguém. Essa é a hora certa”, afirma.
Para os soteropolitanos, a apresentação que acontece hoje, às 21h, na Praça Tereza Batista, Pelourinho, demorou demais. A ansiedade do público baiano pela apresentação de Céu em Salvador invadiu a página da cantora e compositora no MySpace. “Recebo sempre muito carinho do público daí nas mensagens”, declara a artista. O show é uma produção do projeto Pelourinho Cultural.
“Meu pai me ensinou a ouvir algumas coisas como Caymmi, mas aconteceu também pela veia musical. Sempre tive um amor, uma curiosidade por essa música da Bahia, pela relação com o mar”, explica. Céu diz que já veio outras vezes ao estado, a passeio. Conheceu, inclusive, a Chapada Diamantina. A cantora e compositora vai mostrar músicas que vão além do repertório do primeiro disco Céu, de 2005. “Tem uma ou outra música que a gente colocou no meio da turnê, que se encaixava naquilo que gostamos. Posso te dizer que vamos tocar Visgo da jaca, de Martinho da Vila, e Sonâmbulo, música que vai estar no próximo disco”, adianta.
E o trabalho novo? “Ano que vem começo a fazer, mas tenho um projeto secreto que vai ser lançado em 2008, não posso contar (risos). Vai ser com Beto (Villares, produtor do primeiro), com certeza, e vai manter a linha, deve ter algumas regravações”, enfatiza a cantora paulista. A banda que acompanha a artista é formada por Lucas Martins (baixo e guitarra), Guilherme Ribeiro (teclados), DJ Marco (scratches), Sérgio Machado (bateria) e Bruno Buarque (percussão).
Céu acaba de voltar de uma turnê de quase um mês, por 15 cidades e 17 shows nos Estados Unidos. É a terceira viagem dela na terra do Tio Sam. “Deixou de ser novidade, o público já tinha uma proximidade, já conhecia meu som. Antes era uma coisa de “ouvi falar”. Foi casa cheia, muita gente, lugares grande e pequenos. Eu não estava com a menor expectativa e foi ótimo. Mas é bom voltar pra casa”, afirma.
Desde que Astrud Gilberto gravou Garota de Ipanema em 1963, nenhuma brasileira chegava onde Maria do Céu Whitaker Poças chegou. Mais de 75 mil cópias do primeiro CD, lançado em abril deste ano nos Estados Unidos, vendidos só pelas bandas ianques, impulsionaram a paulista ao topo da Billboard nas categorias world music, independente e revelação e ao 57º lugar no geral. Em um país muito fechado a tudo relacionado à cultura que não seja feita em língua inglesa, o sucesso de Céu é uma marca e tanto.
A cantora recebeu elogios da imprensa mundial e foi chamada de “futuro da música brasileira” e de “Garota de São Paulo”, em alusão à música de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Céu cantou na abertura dos Jogos Pan-americanos deste ano e teve a música A lenda incluída na trilha sonora na novela Pé na jaca, da Rede Globo. Na Europa, ela já fazia sucesso bem antes. A artista já passou por França, Holanda e outros países do continente e vendeu mais de 12 mil cópias no Velho Mundo. Concorreu ao Grammy Latino de 2006 como revelação. Foi indicada ao Prêmio Tim de Música do ano passado como melhor cantora pelo voto popular e melhor cantora pop/rock e ao Prêmio Multishow de Música Brasileira e ao Video Music Brasil da MTV deste ano, como revelação.
Tanta atenção tem motivo. O primeiro disco de Céu é um prazer de ser ouvido, daqueles que você passa o tempo todo querendo ouvir de novo. Embala romances, solidão e pores e nasceres do sol. A voz suave e sincera se mistura em doses perfeitas com soul, R&B, hip hop, ritmos africanos e caribenhos, jazz, samba e eletrônico, entre pitadas de outros estilos aqui e acolá. Pelos discos favoritos da cantora divulgados no site Radiola Urbana já dá pra sentir a variedade de influências. Entre Jorge Ben, Clara Nunes, Baden Powell e Vinicius de Moraes, aparece Nação Zumbi (banda com a qual a cantora fez uma participação no disco Fome de tudo), Miles Davis, John Coltrane e Betty Davis e A Tribe Called Quest. Junte a isso as regravações de Concrete jungle, de Bob Marley, e O ronco da cuíca, de João Bosco e Aldir Blanc, e se tem uma salada mundial muito bem feita e temperada.
O sucesso mexe, mas não tira a tranqüilidade da paulistana de 27 anos. “Eu digo que a fama é um preço a se pagar, até porque eu sou muito ligada nas coisas simples da vida”, declara. “Aprendi muito, acho que foram os dois anos mais intensos que já tive. Todo dia eu agradeço por isso e tenho que aproveitar. Daqui a pouco eu posso fazer algo de que ninguém goste, né? (risos)”. Pelo talento que tem, algo improvável.
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Entrevista da Vanessa Krongold para a Revista Gloss
Por Fabiana Faria
Ludov: "As pessoas viciam no nosso som"
Vanessa, do Ludov, conta tudo sobre carreira, o trabalho fora da banda, Disney e os fãs.
Vanessa Krongold é vocalista do Ludov, tem 30 anos e é uma fofa. Ela não come carne (mas encara ovo e leite), adora tudo o que faz com a banda e adoraria viver só de música. O pessoal da banda tinha uma banda antes que se chamava Maybees e Vanessa cantava em inglês. O Ludov estourou em 2004 com o clipe "Princesa", mas já tinha emplacado "Dois a Rodar" e, logo depois, veio "Kriptonita". A música de trabalho agora é "Urbana", do CD Disco Paralelo. Mas ela confessa que a música que mais gosta do CD é "Rubi". GLOSS conversou com Vanessa em um bar de São Paulo durante duas horas e o resultado você confere aqui.
Desde quando você canta? Desde sempre, de criança, de cantar no chuveiro. Eu queria ser a Annie Lenox. Eu não me espelhava nas Paquitas, sabe? Eu comecei a cantar no colégio. Eu era odiada pelos professores porque me juntava com as minhas amigas e ficava cantando durante a aula inteira. Aí, elas: "a Van canta bem, vamos arranjar um banda pra ela". E arranjaram mesmo! Tinha um anúncio no colégio para vocalista de uma banda gótica chamada The Tears of Blood, eu conversei com o líder e meti as caras. O som não tinha nada a ver comigo, mas foi ótimo. Aprendi a fazer show, a lidar com o público e a gente é amigo até hoje. Na faculdade, eu conheci os meninos e começou outra parte da história.
E você toca alguma coisa? Então, eu toco mal e porcamente, na verdade. Eu me esforço, tento estudar e tal. Quando o Edu (baixista) saiu da banda e foi estudar design em Barcelona, tivemos que nos virar. Quando não dá para chamar um músico convidado, os meninos dividem o baixo, eu toco guitarra...
E o sucesso veio com a MTV, né? Como aconteceu tudo isso? Então, fizemos o clipe "Dois a Rodar" e mandamos para a MTV, como qualquer outra banda. O irmão do Edu foi num show nosso e adorou "Princesa". Ele acabou fazendo aquela animação e entregou o clipe para os contatos deles lá na emissora. Os caras começaram a passra o clipe e os fãs começaram a pedir. Chegamos a entrar nos 10 mais pedidos e foi sensacional! A gente não tinha CD, nada... Em seguida, fechamos contrato com a Deck e lançamos "Kriptonita", que foi um sucesso tão grande quanto "Princesa".
Como foi a gravação da música para o High School Musical? (Ludov gravou "O que eu procurava", versão de "What I've been looking for") Estávamos parando para fazer o disco novo e o mercado fonográfico estava meio frio. Tínhamos mandado nosso material para a Disney para divulgação e eles nos chamaram para fazer a versão. O filme não tinha nem chegado no Brasil ainda e nós não tínhamos noção da dimensão da coisa. Nós fomos para Buenos Aires, gravamos a música, o clipe, fizemos programas de TV, foi o máximo!
Vocês não ficaram com medo de "queimar o filme"? O High School é um filme bem infantil, né? De jeito nenhum! A gente sempre quis fazer trilha sonora e até pensava em inventar uma história e fazer uma trilha em cima dela, mesmo sem filme. O trabalho da Disney foi um teaser para a gente. E, numa boa, não tem mal nenhum em o pessoal mais novo conhecer e gostar do nosso trabalho. Pelo menos, eles vão escutar música boa, né? Alguns pais vieram até nos agradecer porque os filhos tinham parado de ouvir Rebeldes (risos).
E rolou um cachê alto? Cachê zero! A Disney convida, mas você só ganha divulgação mesmo. E não é pouco divulgação, né? A gente adorou fazer, topou pela diversão, pela experiência. Foi lindo.
E a fama? Mesmo não sendo uma rockstar, muita gente reconhece na rua, pede autógrafo... Assusta? Nada! Tudo na nossa trajetória foi gradual. As pessoas param a gente numa boa, pedem para tirar foto... Não tem escândalo, fanatismo. Isso não incomoda em nada e é difícil ter alguém sem noção. A gente tenta contornar as pessoas chatas, é claro, mas elas são a minoria.
Por que vocês saíram da Deck Discos? A Deck deu um apoio super legal pra gente no começo. Não precisávamos pensar em várias coisas que eles cuidavam de tudo. Só que eles contrataram zilhões de bandas e tinham que limpar o casting porque o investimento numa banda é muito maior do que era antigamente.
Acham melhor ficar sem gravadora? Hoje em dia, não faz mais muito sentido pensar em ter uma gravadora. Escuta o nosso som quem quer, nós estamos fazendo o que gostamos e acreditamos no devagar e sempre...
O público aceita as mudanças de vocês? Nem sempre as pessoas gostam de tudo o que a gente faz, mas gostam da gente, da história da banda, da linha de arte que a gente faz. O artista tem que saber se renovar. Lançar coisas iguais sempre é muito triste. O público acaba entrando na sua vibe e curte.
E o que o Disco Paralelo tem de diferentes do anterior? O Exercício das Pequenas Coisas era mais adolescente. Esse é mais adulto, mais calmo. O bacana foi que a produção foi do Chico Neves, um dos melhores produtores do Brasil, na minha opinião. Ficamos super à vontade e gravamos durante nove dias seguidos, bem na boa. Entrávamos no estúdio às 2 da tarde e saíamos às 9 da noite para tomar cerveja. O negócio rendia e era tudo muito na paz. O cara é um gênio.
Algumas pessoas comentaram comigo e eu senti a mesma coisa quando ouvi o disco novo de vocês. Você acha que o Ludov tem semelhança com o som dos Los Hermanos? A gente já conversou bastante com eles sobre isso porque a gente tem influências musicais muito parecidas. Quando a gente ainda era Maybees, ao arranjar as músicas, nós falávamos: vamos fazer a guitarra mais assim, não precisa ser tão pesada... No mesmo ano, eles estavam lançando O Bloco do Eu Sozinho. Começamos a ver nas entrevistas que eles falavam a mesma coisa que a gente. Eles também escutavam Cake, que era uma das nossas maiores influências. Acho que por isso é muito parecido, mas muita gente não associa logo de cara por causa do vocal.
Você acha que a música de vocês precisa ser compreendida? Sim e a gente gosta disso. As pessoas dizem: "Nossa, escutei a primeira vez e não gostei do som. Na segunda, foi muito legal. Na terceira, fiquei viciada." Isso é muito mais legal do que a pessoa gostar de cara, escutar 10 vezes a mesma música e enjoar. Nada disso é planejado, claro, mas a gente fica feliz da vida com esse resultado.
A maioria das letras é composta pelo Mauro Motoki (guitarrista e tecladista) e pelo Habacuque Lima (guitarra e baixo). Você e o Chapolin (baterista) participam dos arranjos? A gente tenta fazer tudo de maneira integrada. Ainda trabalho e o Mauro e o Habacuque se dedicam somente à banda. Então, eles acabam tendo mais tempo para trabalhar as músicas. Mas, quando entramos em estúdio, todo mundo opina nos arranjos, dá idéias... O Fábio, que não é da banda, mas é sempre convidado para tocar nos shows, participou da concepção do CD e o Felipe Machado, da banda Firebug, também. Foi a primeira vez que alguém de fora participou de tudo. Foi demais!
Então, você trabalha ainda? Isso atrapalha seu envolvimento com a banda? Eu sou publicitária e trabalho com planejamento de internet. Sou capricorniana, trabalho pra caramba e corro o dia inteiro. Sempre sou a garota problema com o tempo na banda. Mas minha chefe é o máximo e meus horários ficam super flexíveis. Se eu tenho um show à noite, sou capaz de voltar pro escritório de madrugada para terminar um trabalho.
Mas e o pessoal do trabalho não vira tiete? Então, eu tento separar bem. Lá, eu tenho responsabilidades muito grandes e tento deixar a Vanessa cantora de lado para não virar bagunça. Às vezes, nem aviso que vai ter show. Eles até ficam bravos comigo (risos).
E não tem possibilidade de você se dedicar só à banda? Então, assim que a banda der lucro, eu paro. Por enquanto, não dá. A banda se paga, mas não paga a gente. A banda consome muito, você não tem idéia.
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Queen lança música em prol de campanha mundial contra a Aids
Da Ansa, em Londres,
A banda britânica Queen anunciou que lançará neste fim de semana uma música que poderá ser baixada gratuitamente na Internet como parte da campanha pelo Dia Mundial contra a Aids.
A banda tomou a decisão quando completam 17 anos da morte de seu vocalista Freddie Mercury, em conseqüência da doença.
A canção "Say It's Not True" foi escrita pelo baterista Roger Taylor em 2003, e inclui no vocal o cantor do grupo Free, Paul Rodgers.
O tema da música é a Aids e a luta para erradicá-la. Sua criação aconteceu logo após que o Queen foi nomeado embaixador oficial da iniciativa global de Nelson Mandela, 46664 HIV/ AIDS. "Ao oferecer esta canção para ser baixada gratuitamente pela Internet esperamos ajudar Nelson Mandela em sua campanha, que envia a mensagem de que ninguém está livre da infecção", declarou hoje o baterista Roger Taylor.
"Temos que conhecer o tema, nos proteger e proteger aqueles que amamos. Essa canção segue a linha da mensagem de Mandela: Está em nossas mãos deter esse flagelo", comentou.
O baterista informou que a canção estará disponível para downloads a partir deste sábado (1º), o Dia Mundial contra a Aids, nos sites www.queenonline.com e www.46664.com.
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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007
Ludov fará o lançamento do single de ‘Urbana’
O Ludov comemora o lançamento do primeiro single virtual do álbum "Disco Paralelo". A música escolhida foi Urbana, e o videoclipe foi dirigido por Teodoro Poppovic.
A música em mp3, o clipe e mais alguns presentinhos mais do que interessantes vão estar presentes neste single. Tem até lado B, mas esse é surpresa. ;)
O arquivo estará disponível no próprio site da banda a partir de sexta-feira, 30/nov: www.ludov.com.br
Voce está escutando a Banda Tantra
para maiores informações acesse site oficial
Download gratuito de "O Mundo Perfeito" e "Corvos Sobre o Campo" em www.myspace.com/bandatantra